Key points are not available for this paper at this time.
Existem boas evidências de que a via da quinurenina (KP) e um de seus produtos finais, o ácido quinolínico (QUIN), desempenham um papel na patogênese de várias doenças neurológicas importantes. Embora o QUIN tenha sido mostrado como produzido em concentrações neurotóxicas por macrófagos e microglia, a capacidade de astrócitos e neurônios de produzir QUIN é controversa. Utilizando culturas primárias de células cerebrais mistas humanas estimuladas por interferon gama (IFN-gama), avaliamos a expressão da enzima reguladora da KP, indoleamina 2,3-dioxigenase (IDO), e a produção de QUIN por imunocitoquímica. Com culturas purificadas de neurônios, astrócitos, microglia e macrófagos estimuladas por IFN-gama, estudamos a expressão do IDO por RT-PCR e a produção de QUIN utilizando espectrometria de massa. Descobrimos que astrócitos, neurônios e microglia expressaram IDO, mas apenas a microglia foi capaz de produzir quantidades detectáveis de QUIN. No entanto, astrócitos e neurônios tinham a capacidade de catabolizar QUIN. Este estudo também fornece a primeira evidência da expressão de IDO e da falta de produção de QUIN em cultura de neurônios humanos primários.
Guillemin et al. (Ter,) estudaram essa questão.
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context: