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A biologia evolutiva é multivariada, e os avanços nos métodos comparativos filogenéticos para fenótipos multivariados aumentaram para acomodar esse fato. Tendências evolutivas em fenótipos multivariados são derivadas de distâncias e direções entre espécies em um espaço de fenótipos multivariados. Para que esses padrões sejam interpretáveis, os fenótipos devem ser caracterizados por traços em unidades e escalas compatíveis. Visualizar tais tendências, como é alcançado com filomorfospacos, deve continuar a desempenhar um papel proeminente nas análises macroevolutivas. Avaliar modelos de mínimos quadrados generalizados filogenéticos (PGLS) (por exemplo, análise de variância e regressão filogenética) é valioso, mas usar procedimentos paramétricos é limitado a apenas algumas variáveis fenotípicas. Em contraste, métodos PGLS não paramétricos, baseados em permutação, fornecem uma alternativa flexível e são, portanto, preferidos para fenótipos multivariados de alta dimensão. Métodos baseados em permutação para avaliar covariância dentro de fenótipos multivariados também estão bem estabelecidos e podem testar tendências evolutivas na integração fenotípica. No entanto, comparar taxas e modos evolutivos em fenótipos multivariados continua a ser uma área importante de desenvolvimento futuro.
Adams et al. (Wed,) estudaram essa questão.