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Os processos de comparação social incluem o desejo de afiliar-se a outros, o desejo de informações sobre os outros e a autoavaliação explícita em relação aos outros. Anteriormente, esses tipos de atividades de comparação e suas medidas correspondentes foram tratadas como intercambiáveis. Apresentamos evidências de que, em certos grupos sob ameaça, essas atividades de comparação divergirem, com a autoavaliação explícita feita contra um alvo menos afortunado (avaliação descendente), mas informações e afiliação buscadas de outros mais afortunados (contatos ascendentes). Esses efeitos ocorrem porque a avaliação descendente e os contatos ascendentes parecem atender a necessidades diferentes, a primeira melhorando a autoestima e a última permitindo que uma pessoa melhore sua situação e simultaneamente aumente a motivação e a esperança. Implicações para o conceito, medição e teoria da comparação social são discutidas.
Taylor et al. (Sun,) estudaram essa questão.