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Este artigo se baseia em um número crescente de pesquisas sobre mídias sociais e autenticidade, examinando práticas de ‘manter a autenticidade’ nas culturas de fitness no Instagram. Essas práticas incluem postar visuais não editados ou ‘realistas’ do corpo, narrar o cotidiano e ter ‘conversas reais’ sobre tópicos como saúde mental e imagem corporal. Com base em descobertas empíricas da minha pesquisa com 21 mulheres australianas de 20 a 35 anos que usam o Instagram para postar e interagir com conteúdos de inspiração para fitness – fitspo – eu traço especificamente como as execuções do ‘cru’ cultivam intimidades digitais entre os usuários do Instagram. Aqui, adoto uma abordagem feminista nova materialista para considerar como várias partes do corpo, objetos, funcionalidades da plataforma e discursos se unem para criar encontros afetivos entre minhas participantes e outros usuários do Instagram. A contribuição deste artigo reside em prestar atenção ao trabalho que o cru realiza, para qual finalidade e para quem.
Josie Reade (Quarta-feira,) estudou essa questão.
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