Key points are not available for this paper at this time.
Os tratamentos para câncer que incluem a quimioterapia convencional não se mostraram muito bem-sucedidos em curar malignidades humanas. As falhas dessas modalidades de tratamento incluem resistência inerente, toxicidade sistêmica e efeitos colaterais severos. De 50% dos pacientes submetidos à quimioterapia, apenas 5% sobrevivem. Por essas razões, a identificação de novos desenhos de medicamentos e estratégias terapêuticas que possam atingir células cancerígenas, deixando as células normais inalteradas, ainda continua sendo um desafio. Apesar dos avanços que levaram ao desenvolvimento de novas terapias, as opções de tratamento ainda são limitadas para muitos tipos de câncer. Esta revisão fornece uma visão geral de medicamentos anticancerígenos à base de metais como platina, cobre e rutenium em ensaios clínicos e estudos in vitro/in vivo. Presumivelmente, os complexos de cobre e rutenium têm um maior potencial do que os complexos de Pt(II), apresentando toxicidade reduzida, um novo mecanismo de ação, um espectro de atividade diferente e a possibilidade de resistência não cruzada. Focamos a discussão em aspectos passados, presentes e futuros.
Lucaciu et al. (Sat,) estudaram essa questão.