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Materiais híbridos de perovskita à base de iodeto de chumbo formamidínio com eficiência e estabilidade aprimoradas ainda carecem de mecanismos de formação de defeitos de superfície bem compreendidos. Controlar a terminação da superfície e os defeitos tem o potencial de melhorar o desempenho tanto das fotovoltaicas convencionais de 3D quanto das perovskitas de dimensões reduzidas. Aqui, caracterizamos a terminação e todas as possíveis formações de defeitos na superfície de FAPbI3 por meio de cálculos de primeiros princípios. Descobrimos que, entre as superfícies que consideramos, a terminação FAI exibe a superfície mais estável com uma alta tolerância a defeitos. A superfície terminada em PbI2 também é relativamente estável; no entanto, certos defeitos, como os defeitos intersticiais de FA doadores de elétrons e os defeitos intersticiais de Pb, podem criar poços de carga estáveis de nível profundo, limitando potencialmente o desempenho optoeletrônico. Investigamos ainda o tratamento de superfície sobre esses defeitos profundos por meio de aditivos de pequenas moléculas modelo. Descobrimos que o aditivo de benzeno com distribuição de elétrons desalojados pode efetivamente passivar os profundos defeitos intersticiais de FA e Pb, doando elétrons para o defeito de superfície por meio da transferência de carga.
Oner et al. (Mon,) estudaram essa questão.