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Os fluxos metabólicos podem ser regulados "hierarquicamente", por exemplo, por mudanças na expressão gênica que ajustam as capacidades enzimáticas (V(max)) e/ou "metabolicamente" por interações das enzimas com substratos, produtos ou efetores alostéricos. No presente estudo, um método foi desenvolvido para dissecar a regulação hierárquica em contribuições da transcrição, tradução, degradação de proteínas e modificação pós-traducional. O método foi aplicado à regulação dos fluxos através de enzimas glicolíticas individuais quando a levedura Saccharomyces cerevisiae foi confrontada com a ausência de oxigênio e a presença de ácido benzoico que esgotava seu ATP. A regulação metabólica contribuiu amplamente para a mudança de aproximadamente 10 vezes no fluxo através das enzimas glicolíticas. Essa contribuição variou de 50 a 80%, dependendo do passo glicolítico e da condição de cultivo testada. Dentro da regulação hierárquica de 50-20% dos fluxos, a transcrição desempenhou um papel menor, enquanto a regulação da síntese ou degradação de proteínas foi a mais importante. Essas também contribuíram com 75-100% da regulação dos níveis de proteínas.
Daran‐Lapujade et al. (Qui,) estudaram essa questão.