O selênio (Se) orquestra uma rede de defesa endógena multinível em culturas contra a toxicidade do cádmio (Cd). Essa rede opera a partir da imobilização na rizosfera (por exemplo, complexos Cd-Se, interações do microbioma, placa de ferro e exsudatos radiculares) e sequestração subcelular via regulação de transportadores (por exemplo, OsNramp5, OsHMA3) até o aumento de antioxidantes e ativação de selenoproteínas. Criticamente, o Se atua como um iniciador de sinalização, engajando vias (por exemplo, GATA3-COMT1-melatonina) para reprogramar sistematicamente as respostas ao estresse. Esta revisão destaca que a eficácia antagonista do Se depende da forma, dose e genótipo, fornecendo uma base mecanicista para estratégias agronômicas de precisão. Esforços futuros devem conectar descobertas de laboratório a aplicações de campo, elucidando interruptores moleculares e desenvolvendo tecnologias preditivas integradas.
Liu et al. (Ter,) estudaram esta questão.