Este artigo examina em profundidade as posições teóricas da Tuntenstreit – uma importante disputa teórica dentro do movimento de libertação gay radical da Alemanha Ocidental na década de 1970. Ao trabalhar com material de arquivo, bem como os textos fundamentais da disputa, torna visíveis seus motifs teóricos subjacentes frequentemente negligenciados e, consequentemente, sua contribuição idiossincrática para uma ‘teoria gay’. Subsequentemente, mostra como questões de publicidade e aparência – exemplificadas na figura da Tunte – foram integradas na política revolucionária do movimento. Este exame crítico busca informar as compreensões e genealogias da libertação gay na Alemanha Ocidental e sua produção teórica.
Hauke Branding (Sun,) estudou esta questão.