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Na presente investigação, foram obtidas culturas de calos de tabaco transgênicas e plantas que superexpressam o gene silicatein LoSilA1 da esponja marinha Latrunculia oparinae e seu comportamento de biorredução para a síntese de nanopartículas de prata (AgNPs) foi estudado. As nanopartículas sintetizadas foram caracterizadas usando espectroscopia UV-visível, espectroscopia de infravermelho por transformação de Fourier (FTIR), difração de raios X (XRD), microscopia eletrônica de varredura (SEM), espectroscopia de raios X por dispersão de energia (EDX), microscopia eletrônica de chama atômica (AFM) e análise de rastreamento de nanopartículas (NTA). Nossas medições mostraram que a redução de nitrato de prata produziu AgNPs esféricas com diâmetros na faixa de 12-80 nm. Os resultados da análise de XRD provaram a natureza cristalina das AgNPs obtidas. A análise de FTIR indicou que as partículas estão reduzidas e estabilizadas em solução pelo agente de encapsulamento, que provavelmente é uma proteína presente no extrato de calo. Curiosamente, o potencial de redução da linha de calo transgênico LoSiLA1 foi aumentado três vezes em comparação com os calos transformados com vetor vazio. As AgNPs sintetizadas mostraram uma forte atividade antibacteriana contra Escherichia coli e Agrobacterium rhizogenes. O presente estudo relata a primeira evidência do uso da engenharia genética para ativação do potencial de redução de células vegetais para a síntese de AgNPs biocidas.
Shkryl et al. (Qui,) estudaram esta questão.