Key points are not available for this paper at this time.
O transporte é uma parte integral de nossas vidas diárias, nos dando acesso a pessoas, educação, empregos, serviços e bens. Nossas escolhas e padrões de transporte são influenciados por quatro fatores inter-relacionados: o uso da terra e ambiente construído, infraestrutura, modos disponíveis e tecnologias/emergentes disruptivas. Esses fatores influenciam como podemos ou escolhemos mover a nós mesmos e bens. Por sua vez, esses fatores impactam várias exposições, estilos de vida e desfechos de saúde. Desenvolvemos um modelo conceitual para esclarecer as conexões entre transporte e saúde. Realizamos uma revisão da literatura focando em publicações dos últimos sete anos. Complementamos isso com conhecimento especializado e sintetizamos informações para resumir os desfechos de saúde do transporte, ao longo de 14 caminhos identificados. Os caminhos que ligam o transporte à saúde incluem aqueles que são benéficos, como quando o transporte serve como meio de conectividade social, independência, atividade física e acesso. Alguns caminhos ligam o transporte a desfechos de saúde prejudiciais decorrentes da poluição do ar, lesões em viagens rodoviárias, ruído, estresse, ilhas de calor urbano, contaminação, mudanças climáticas, fragmentação da comunidade e restrição de espaço verde, espaço azul e estética. Outros possíveis efeitos podem vir de campos eletromagnéticos, mas isso não é definitivo. Definimos cada caminho e resumimos seus desfechos de saúde. Mostramos que as exposições relacionadas ao transporte e os desfechos de saúde associados, e sua gravidade, podem ser influenciados por desigualdade e modificadores de efeito intrínsecos e extrínsecos. Enquanto alguns caminhos são amplamente discutidos na literatura, outros são novos ou pouco pesquisados. Nosso modelo conceitual pode formar a base para futuros estudos que buscam explorar a relação transporte-saúde. Também propomos o modelo como uma ferramenta para avaliar holística e integralmente o impacto das decisões de transporte na saúde pública.
Glazener et al. (Sex,) estudaram esta questão.
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context: