Este artigo apresenta uma estrutura multiobjetivo de duas etapas para operação ideal de microredes multiárea modernas (MAMGs), levando em conta custo e flexibilidade como funções objetivo. As MGs acomodam tanto recursos de energia distribuída não despacháveis (turbinas eólicas e sistemas fotovoltaicos) quanto despacháveis (armazenamentos de energia em bateria, células de combustível, microrreatores e geradores a diesel). As MGs possuem capacidade de resposta à demanda e também podem ter troca de energia entre pares. A primeira etapa foca na minimização do custo total de operação de um conjunto de MGs de maneira cooperativa, enquanto a segunda etapa maximiza a flexibilidade das MGs, de forma que os custos da primeira etapa não excedam um limite pré-definido. Para avaliar o nível de flexibilidade das MGs, um novo índice foi definido para comparar a flexibilidade média das MGs durante o período de pico de carga. O modelo proposto é comparado com a operação descentralizada. Os resultados da simulação revelam o desempenho superior da estrutura proposta em comparação com a descentralizada em termos de aspectos econômicos, de flexibilidade e confiabilidade. • Um sistema de microrede multiárea é modelado. • Os objetivos econômicos e de flexibilidade são considerados. • Uma abordagem de gestão de energia cooperativa é desenvolvida. • Um novo índice dinâmico de flexibilidade é projetado para quantificar a flexibilidade disponível.
Riahinasab et al. (Qui,) estudaram esta questão.
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