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O risco de recorrência de distúrbio de aderência placentária após tratamentos de conservação uterina é de 20%. Este risco deve ser discutido com mulheres com diagnóstico antenatal de distúrbio de aderência placentária que podem estar considerando a conservação uterina para reter a opção de uma futura gestação.
Cunningham et al. (Qui,) estudaram essa questão.
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