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Desde a década de 1960, a arquitetura tem sido interpretada pelo Estruturalismo como um sistema de signos, o que resulta no problema de que a arquitetura está isolada dos humanos e do mundo. Em contraste com essa ideia, este artigo demonstra que a arquitetura é projetada como uma narrativa espacial para mediar o conhecimento humano do mundo, dos humanos e da arquitetura. O método de pesquisa consiste em uma pesquisa original de significado e interpretação extraída dos campos da filosofia, linguística, hermenêutica, geografia humanística, teoria narrativa, psicologia, teoria arquitetônica e museologia, em combinação com a percepção e experiência pessoal do pesquisador. Ao empregar três elementos – materiais, configuração e tempo – para conduzir análises paralelas dos componentes do mundo, dos humanos e da arquitetura, este artigo contribui para um modelo teórico original para analisar a ideia de arquitetura como narrativa espacial. Além disso, este estudo conclui que, uma vez que é construído a partir de materiais significativos, configuração significativa e tempo significativo, a arquitetura é uma forma de narrativa espacial, que medeia o conhecimento humano do mundo, dos humanos e da arquitetura, moldando assim o registro intelectual humano de maneira tanto tangível quanto intuitiva. Portanto, o fato de que a arquitetura está conectada com os humanos e o mundo foi demonstrado pela narrativa espacial, enquanto também é transmitido de geração em geração.
Fangqing Lyu (Sat,) estudou essa questão.