O drenagem ácida e metalífera (AMD) reduz a diversidade de peixes com efeitos que se estendem rio abaixo. As descargas também podem criar barreiras químicas para espécies migratórias em cabeceiras que, de outra forma, não são impactadas. Investigamos a resposta do kōaro (Galaxias brevipinnis) à remediação de um afluente impactado por AMD em um rio da Costa Oeste, Nova Zelândia, de 5ª ordem. As comunidades de kōaro foram monitoradas uma vez antes da remediação e em sete ocasiões subsequentes entre 2005 e 2024, em seis locais dentro da bacia do Ngākawau e dois riachos de referência, usando pesca elétrica com mochila. As medições de alumínio, pH e turbidez foram analisadas para padrões temporais e ultrapassagens de valores limites de sensibilidade dos peixes, derivados para riachos naturalmente ácidos da Costa Oeste. Diferenças significativas nas demográficas de kōaro foram observadas entre os levantamentos pré e pós-remediação. Dois anos após a remediação, a abundância de kōaro aumentou, dominada por juvenis com 100 mm. A abundância atual e a distribuição de tamanho, além da constância demográfica interanual, sugerem que a população é estável e não limitada por recrutamento.
Hore et al. (Mon,) estudaram esta questão.
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