A busca por um padrão na distribuição dos números primos há muito é considerada um dos maiores desafios da matemática. Historicamente, os números primos foram tratados como entidades quase aleatórias, levando à complexidade da Hipótese de Riemann. Este artigo demonstra que essa aleatoriedade percebida não é uma propriedade dos próprios números, mas uma consequência do sistema decimal (Base 10). Ao deslocar a estrutura analítica para o Sistema Duodecimal (Base 12), uma ordem geométrica oculta emerge. Através da aplicação da Regra Armando, mostramos que todos os primos (P>3) estão confinados a uma estrutura rígida de quatro trilhos, transformando a identificação de primos de uma questão de probabilidade em uma questão de necessidade estrutural.
Alejandro Armando CAPARÓ (Mon,) estudou esta questão.