O objetivo deste trabalho é explorar se altos níveis de inteligência emocional como uma competência aumentam a percepção de adequação de estudantes e graduados com organizações inovadoras, aumentando assim a probabilidade de emprego. Nossa análise empírica é realizada usando dados originais de uma pesquisa online com 478 respondentes, incluindo tanto estudantes atuais quanto ex-alunos empregados em estudos de negócios em uma universidade italiana. Os resultados destacam a IE como um preditor significativo de emprego em organizações inovadoras, independentemente de seu tamanho (PMEs vs empresas maiores) e setor (manufatura vs serviços). Esses resultados sugerem que as universidades devem projetar seus cursos e currículos para focar tanto em habilidades técnicas quanto em habilidades interpessoais que promovam a empregabilidade dos estudantes em organizações inovadoras.
Ciroi et al. (Ter,) estudaram esta questão.