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A ativação adequada do sistema imune adaptativo depende da reprogramação das células T naïve em células T efectoras especializadas que podem combater patógenos e tumores. As células T naïve são mantidas ativamente em um estado de hiporresposta denominado quiescência, caracterizado por tamanho celular pequeno, baixa taxa proliferativa e baixo metabolismo basal. O engajamento dos receptores de antígeno e coestimulação impulsiona as células T a saírem da quiescência para promover posterior expansão clonal e diferenciação funcional. A saída da quiescência, que precede a proliferação induzida por ativação, está associada a uma extensa remodelação da morfologia e do metabolismo celular. Aqui, definimos e discutimos as implicações das seis características fundamentais da saída das células T naïve da quiescência: (i) entrada no ciclo celular, (ii) crescimento celular, (iii) sinalização autócrina ou parácrina de interleucina-2, (iv) metabolismo anabólico, (v) captação de nutrientes e (vi) remodelação da função mitocondrial. Em última análise, compreender como as células T naïve atendem a cada um desses requisitos para a saída da quiescência permitirá ajustar as respostas das células T para tratar doenças infecciosas, autoimunidade e câncer. Cancer Immunol Res; 6(5); 502-8. ©2018 AACR.
Chapman et al. (Mon,) estudaram esta questão.