Encontros entre acadêmicos que realizam pesquisas jurídicas doutrinais e aqueles que usam metodologias tradicionalmente associadas às ciências sociais podem ser antagônicos. Estudantes e pesquisadores sem a confiança para navegar com sucesso essas tensões enfrentam especialmente essa fricção metodológica. Não precisa ser assim. Esses encontros, como os encontros de um rio com ilhas, confluências e estuários, podem enriquecer o campo. Eu uso a ecologia dos rios e experiências de uma tese de doutorado recentemente concluída em uma faculdade de direito dominada por pesquisa jurídica doutrinal para tornar esse ponto. Cientistas sociais colaborando com acadêmicos do direito podem se beneficiar de uma compreensão aprimorada dessas tensões.
Stewart Manley (Sex,) estudou esta questão.
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