A teoria convencional de relações internacionais assume que a transição de poder provoca conflitos hegemônicos. Este artigo introduz uma estrutura de economia política cognitiva que liga a escrita ideográfica à contenção da expansão. Usando registros fiscais da dinastia Qing e a Restauração Meiji do Japão como experimentos naturais, mostramos que sistemas ideográficos criam custos de assimilação proibitivos e restrições reputacionais intergeracionais que inibem a expansão. Isso desafia modelos universais de rivalidade entre grandes potências e oferece uma explicação estruturada para a contenção estratégica histórica da China, com amplas implicações para a análise estratégica entre civilizações.
Jiacheng Yang (Sat,) estudou essa questão.