A competência no exame genital pediátrico é crítica, mas o conforto e a habilidade dos médicos são muitas vezes limitados. Fatores contribuintes incluem a falta de ensino padronizado, treinamento inconsistente e a natureza sensível do exame. Essas lacunas podem levar a sinais de abuso não detectados ou descobertas mal interpretadas. Uma abordagem informada sobre trauma, enfatizando segurança do paciente, empoderamento e cura, pode ajudar a lidar com esses desafios. Realizamos um estudo qualitativo para explorar as experiências dos pediatras e identificar barreiras, facilitadores e recomendações. Entrevistamos 7 pediatras em um ambiente ambulatorial em um hospital acadêmico na cidade de Nova Iorque. Os dados foram analisados tematicamente, com os transcritos codificados pela equipe de pesquisa. Os temas se concentraram nas experiências dos profissionais, barreiras e recomendações. As barreiras incluíram treinamento limitado, restrições de tempo, desconforto e medo de causar trauma. Os pediatras sugeriram construir relacionamento, empoderar os pacientes, padronizar os exames e garantir sensibilidade cultural. Estratégias informadas sobre trauma podem melhorar o conforto do profissional, a frequência dos exames e o cuidado do paciente.
Rutland et al. (Sun,) estudaram essa questão.