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Embora a literatura sobre terapia familiar reflita uma maior consideração das questões culturais e contextuais, há pouca orientação sobre como abordar formas interseccionais de opressão e privilégio dentro do sistema de supervisão. Neste artigo, mostramos a importância da consciência crítica na abordagem dessas questões. Além disso, fornecemos sugestões e ferramentas concretas para desenvolver a consciência crítica por meio da supervisão. As práticas e ferramentas que apresentamos foram resultantes de discussões contínuas e deliberadas de um grupo de pesquisa que consistia em candidatos a supervisores e supervisores de supervisão. Nosso objetivo ao escrever este artigo é descrever as estratégias que consideramos cruciais para nos tornarmos supervisores e terapeutas mais competentes.
García et al. (Sex,) estudaram esta questão.