RESUMO Este artigo investiga as relações do Imperador Júlio com três de suas parentes femininas: com sua mãe Basilina, com a esposa de seu primo Constâncio II, Eusebia, e com sua própria esposa, Helena, a Jovem, também irmã de Constâncio II. Eu argumento que as relações com essas mulheres não apenas moldaram a agência de Júlio e, em última análise, sua capacidade de se tornar imperador romano, mas que ele também incorporou cuidadosamente essas relações em sua autoimagem imperial, mesmo ou particularmente após a morte dessas mulheres. Usando uma combinação de fontes legais, literárias e materiais, destaquei especialmente a mãe de Júlio e sua esposa, amplamente ignoradas pela pesquisa moderna sobre Júlio. O artigo nos convida a considerar o poder que fluía através dos laços domésticos dos homens antigos criados por mulheres, assim como a aguda consciência desses homens imperiais sobre esse poder.
Julia Hillner (Qui,) estudou esta questão.