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OBJETIVO DO ESTUDO: Existe uma necessidade global de aumentar a conscientização sobre as evidências emergentes relacionadas à atividade física (AF) entre os idosos. O "envelhecimento saudável" tradicionalmente tem se concentrado na prevenção de doenças crônicas, mas esforços maiores são necessários para reduzir a fragilidade e a dependência, e para manter a função física e cognitiva independentes, bem como a saúde mental e o bem-estar. DESENHO E MÉTODOS: Esta revisão integrada atualiza os dados epidemiológicos sobre AF, resume as diretrizes de AF baseadas em evidências existentes, descreve a magnitude global da inatividade e, finalmente, apresenta a justificativa para a ação. A primeira seção atualiza a evidência epidemiológica sobre redução do risco cardiometabólico, riscos reduzidos de quedas, as novas evidências crescentes sobre a melhoria da função cognitiva e da capacidade funcional, e a redução do risco de depressão, ansiedade e demência. Isso é seguido por um resumo de estudos de prevalência populacional entre os idosos. Finalmente, apresentamos uma "revisão de revisões" das intervenções de AF realizadas em ambientes comunitários ou populacionais, seguidas pela consideração das intervenções entre os "mais velhos", onde são necessários esforços para aumentar o treinamento de resistência (força) e equilíbrio. RESULTADOS: Esta revisão identifica a importância global de considerar o "envelhecimento ativo" além dos benefícios estabelecidos atribuídos apenas à prevenção de doenças não transmissíveis. IMPLICAÇÕES: Esforços populacionais inovadores são necessários para enfrentar a inatividade física, prevenir a perda de força muscular e manter o equilíbrio entre os idosos. O investimento específico em envelhecimento saudável requer apoio político global da Organização Mundial da Saúde e é implementado em níveis nacional e regional, a fim de reduzir o ônus das doenças e da deficiência entre os idosos.
Bauman et al. (sex,) estudaram esta questão.
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