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INTRODUÇÃO: A idade avançada traz uma perda da sensação plantar, representada, por exemplo, como limiares de sensação mais altos em testes padronizados. Acredita-se que isso contribua para um aumento do risco de quedas entre os adultos mais velhos - uma premissa intuitiva que ainda não foi totalmente investigada, especialmente no contexto do equilíbrio durante a marcha. O objetivo deste estudo foi quantificar a associação entre a sensação plantar e a instabilidade provocada por uma série de perturbações de equilíbrio durante a marcha que diferem em direção e contexto em uma coorte de n = 28 adultos mais velhos (73,0 ± 5,9 anos). MÉTODOS: Medimos a sensação plantar usando monofilamentos de Semmes-Weinstein e quantificamos as margens de estabilidade (MoS) e o momento angular do corpo todo (WBAM) durante a marcha habitual e em resposta a perturbações de fluxo óptico, perturbações de puxão lateral na cintura e escorregões induzidos por esteira. RESULTADOS: e aumentos maiores no WBAM no plano transversal em resposta a perturbações de puxão lateral na cintura (p ≤ 0,018). Não encontramos associações entre a sensação plantar e respostas a outros contextos de perturbação. CONCLUSÕES: Concluímos que existe uma associação entre uma pior sensação plantar e instabilidade na marcha, tanto durante a marcha habitual sem perturbações quanto em resposta a alguns contextos de perturbação. Esses resultados devem aumentar a confiança de que intervenções destinadas a melhorar a sensação plantar em adultos mais velhos, possivelmente por meio de palmilhas ou modificações de calçados, possam ser fundamentais para reduzir quedas relacionadas à marcha em populações em risco.
Franz et al. (Qui,) estudaram essa questão.