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Este fenômeno de corrosão depende de vários fatores, incluindo a composição do NZVI em si, o tipo e a concentração de espécies aquosas, o tempo de reação e ambientes oxígenos/anóxicos. Assim, a coexistência de diferentes estados de oxidação do Fe nas superfícies do NZVI pode, em alguns casos, fornecer um microambiente reativo único para promover a adsorção de contaminantes e sua subsequente transformação por meio de reações redox. Portanto, a compreensão da química de passivação, e seus mecanismos relacionados, é essencial não apenas para a aplicação eficaz do NZVI, mas também para avaliar com precisão os efeitos positivos e negativos da passivação superficial do NZVI. O objetivo desta revisão é discutir a natureza dos processos de passivação que ocorrem e os subprodutos de passivação que se formam em vários ambientes. Em particular, a revisão apresenta: (i) os pontos fortes e limitações das técnicas de ponta (por exemplo, microscopia eletrônica e espectroscopia baseada em raios X) para identificar subprodutos de passivação; (ii) os mecanismos de passivação propostos para ocorrer em ambientes anóxicos e oxígenos; e (iii) os efeitos decorrentes dos procedimentos de síntese e da presença de inorgânicos/orgânicos na natureza dos subprodutos de passivação que se formam. Além disso, várias estratégias de despassivação que podem ajudar a aumentar e/ou manter a reatividade do NZVI são consideradas, aumentando assim a eficácia do NZVI na degradação de contaminantes.
Bae et al. (Ter,) estudaram essa questão.
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