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Resumo A poluição plástica está se tornando um grande problema de saúde devido à recente descoberta de microplásticos e nanoplásticos em organismos vivos e no ambiente, exigindo tecnologias avançadas para remover resíduos plásticos. Aqui, revisamos enzimas que degradam plásticos com foco nas propriedades plásticas, engenharia de proteínas e polímeros como poli(tereftalato de etileno), poli(adipato de butileno-co-tereftalato), poliácido láctico, poliamida e poliuretano. O mecanismo de ação de enzimas naturais e engenheiradas foi investigado por meio de abordagens experimentais e computacionais. O desempenho de enzimas degradadoras de poliéster foi aprimorado por meio de evolução direcionada, design racional guiado por estrutura e estratégias assistidas por aprendizado de máquina. As enzimas melhoradas apresentam maior estabilidade em temperaturas elevadas e locais de ligação de substrato personalizados.
Guo et al. (Qui,) estudaram essa questão.
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