A teranóstica na medicina nuclear tradicionalmente se referia à combinação de uma varredura diagnóstica com uma terapia radiofarmacêutica correspondente. Esta revisão defende um quadro mais amplo, centrado no alvo. Neste modelo, a imageologia molecular funciona como um diagnóstico acompanhante in vivo que verifica a expressão do alvo em todo o corpo e orienta a seleção, início e monitoramento das terapias direcionadas. Este paradigma vai além da terapia radiofarmacêutica para incluir conjugados anticorpo-drogas, imunoterapia e terapia endócrina. À medida que a medicina de precisão evolui, a teranóstica é melhor compreendida como um caminho clínico que liga a biologia do alvo às decisões de tratamento através da imagem.
Harshad R. Kulkarni (Qui,) estudou esta questão.