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O objetivo deste estudo foi desenvolver um modelo para avaliar a biodisponibilidade de carotenoides em refeições utilizando um procedimento de digestão in vitro. Uma refeição foi preparada com cenoura em purê, espinafre e carne, além de extrato de tomate. A fração aquosa foi isolada do digesto para determinar a quantidade de carotenoides transferidos dos alimentos para as micelas. A micelarização da luteína (25-40%) superou (p < 0,01) a do alfa- e beta-caroteno (12-18%) e licopeno (<0,5%). A micelarização dos carotenoides não foi afetada pela eliminação da fase gástrica do processo digestivo. A ausência de extrato biliar impediu a transferência de carotenoides dos alimentos para as micelas, enquanto a omissão da pancreatina apenas reduziu a micelarização dos carotenoides. Culturas diferenciadas de células intestinais humanas Caco-2 acumularam 28-46% dos carotenoides micelarizados do meio após 6 h. Esses resultados apoiam a utilidade do processo de digestão in vitro como um modelo rápido e custo-efetivo para triagem da biodisponibilidade de carotenoides em refeições.
Garrett et al. (Qui,) estudaram esta questão.
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