Esta teoria propõe uma mudança no substrato orgânico da modulação comportamental em sistemas cefalizados, movendo-se do neurônio como um mecanismo de «processamento informacional» para o neuropilo como um mecanismo osmotensivo e de transdução sob indução eletroosmótica por potenciais de ação. Uma dinâmica evolucionária é formalizada entre a modulação comportamental unicelular e multicelular-cefalizada, mantendo a homeostase citoplasmática-tecidual como a dinâmica modulatória e integrando o corpo como uma unidade do campo modulatório em sistemas cefalizados. A partir dessa base, um princípio central da teoria é estabelecido: o Princípio da Transdução Tensional (Λ). Através deste princípio, a transdução tensional é formalizada — movendo-se da osmodinâmica na impedância do neuropilo induzida por potenciais de ação em direção a um campo de Tensão Corporal Somática (ST), que representa a magnitude da modulação comportamental. O deslocamento (b) do fator a periódico (EEG) é proposto como um proxy para sua medição. Nota: Esta é uma tradução em inglês do trabalho original em espanhol, com pequenas revisões e polimento técnico. Versão 2: Correção do erro de terminologia nas linhas 489-491 Pesquisas e discussões em andamento: Acompanhe o desenvolvimento da Teoria da Tensoafetividade (TTA) em: https://substack.com/@jquino
José L. Quino-Codarlupo (Mon,) estudou essa questão.
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