A arte ambiental chinesa, influenciada pelo Daoísmo e Confucionismo, foca no equilíbrio entre o homem e a natureza. A arte ambiental chinesa difere da sua contraparte ocidental em dois aspectos: diferente desta última, que emergiu no final do século XX em resposta a crises ecológicas, aquela combina tradições antigas com estratégias modernas para enfrentar problemas ambientais locais e planetários. Artistas renomados como Cai GuoQiang, Wang Jiuliang, Yao Lu e Yang Yongliang utilizam abordagens inovadoras, como fotomontagens e instalações explosivas, para tratar da urbanização, poluição e perda da biodiversidade. Esta convergência também é referida como a busca por uma ecoestética intercultural, que tem raízes profundas na história da síntese da estética tradicional chinesa com formas de arte ocidentais modernas, como Land Art e Conceitualismo. Usando obras selecionadas, o artigo ilustra como a eco-arte chinesa funciona como um instrumento de ativismo ambiental e tem impacto na cooperação internacional e na conscientização ambiental. A discussão também explora como mídias digitais podem promover ainda mais o engajamento e o alcance da eco-arte.
Siti Nur Aisyah Binti Mohd Rahman (Mon,) estudou essa questão.