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Resumo Este artigo contrasta os achados de uma nova pesquisa com 5010 informantes de todo o Reino Unido, conduzida em colaboração com a BBC, com os achados do influente estudo de Giles (1970) sobre a avaliação social de alguns dos principais sotaques do inglês relevantes para o Reino Unido. Apesar das diferenças nos delineamentos dos dois estudos, essa comparação nos permite avaliar se ocorreram mudanças ideológicas e sociolinguístico-avaliativas gerais no período intermediário. Embora algumas diferenças interessantes surjam, os novos achados geralmente mostram uma notável semelhança com os de Giles. Argumentamos que a melhor explicação para essa consistência atitudinal reside nos próprios processos de categorização social e rotulagem varietal, que estão enraizados na abordagem ‘conceitual’ que ambos os estudos adotaram. A avaliação conceitual de sotaques provavelmente recorre a ideologias de linguagem profundamente conservadoras, obscurecendo mudanças sociopsicológicas ao longo do tempo e efeitos contextuais.
Bishop et al. (Sat,) estudaram essa questão.
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