A genética na medicina está se tornando rapidamente parte integrante da saúde na Europa, no entanto, o acesso ao aconselhamento genético de alta qualidade continua inconsistente. O aconselhamento genético capacita os pacientes a tomarem decisões informadas sobre testes genéticos, melhora a gestão clínica e mitiga danos psicossociais. Apesar da crescente demanda, a profissão de conselheiro genético carece de reconhecimento legal, educação padronizada e regulamentação harmonizada nos Estados Membros da União Europeia (UE). A fragmentação atual, que é evidente em leis nacionais separadas e práticas variáveis, representa riscos sistêmicos, incluindo cuidados desiguais e barreiras de credenciamento. Este artigo defende que a harmonização é essencial para garantir serviços genéticos éticos, seguros e eficazes. Recomendamos reconhecimento legal em toda a UE para conselheiros genéticos, educação padronizada por meio de programas acreditados pela EBMG e investimento no desenvolvimento da força de trabalho e educação. Ações coordenadas podem proteger os direitos dos indivíduos, apoiar a mobilidade profissional e possibilitar a integração responsável da genômica na saúde.
Pestoff et al. (2026) estudaram essa questão.
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