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CONTEXTO: Vários estudos recentes bem divulgados sugeriram que a deficiência entre os idosos americanos diminuiu na última década. OBJETIVOS: Avaliar a qualidade, quantidade e consistência das evidências recentes sobre as tendências nos Estados Unidos na prevalência da deficiência autoavaliada em idade avançada e limitações físicas, cognitivas e sensoriais durante o final da década de 1980 e 1990, além de avaliar as evidências sobre as tendências nas disparidades por principais grupos demográficos. FONTES DE DADOS: Pesquisamos o MEDLINE e o AGELINE para artigos relevantes publicados de janeiro de 1990 até maio de 2002 e revisamos as listas de referências em artigos publicados. SELEÇÃO DE ESTUDOS: De mais de 800 títulos revisados, selecionamos 16 artigos com base em 8 pesquisas cross-sectionais e de coorte únicas sobre as tendências de prevalência de deficiência ou funcionamento entre pessoas geralmente com 65 anos ou mais. EXTRAÇÃO DE DADOS: Avaliamos a qualidade das pesquisas de acordo com 10 critérios, classificamos as pesquisas como boas, razoáveis ou ruins, e calculamos para cada resultado a média da variação percentual anual. SÍNTESE DE DADOS: Entre as 8 pesquisas, 2 foram classificadas como boas, 4 como razoáveis, 1 como ruim e 1 como mista (razoável ou ruim, dependendo do resultado) para avaliar tendências. As análises das pesquisas classificadas como razoáveis ou boas mostraram consistência nas diminuições em qualquer deficiência (-1,55% a -0,92% ao ano), deficiência em atividades instrumentais da vida diária (-2,74% a -0,40% ao ano) e limitações funcionais. As pesquisas forneceram evidências limitadas sobre cognição e evidências conflitantes sobre ADL auto-reportadas (as mudanças variaram de -1,38% a 1,53% ao ano) e tendências de visão. As evidências sobre tendências nas disparidades por idade, sexo, raça e nível educacional foram limitadas e mistas, sem consenso emergente. CONCLUSÕES: Várias medições de deficiência em idade avançada e limitações mostraram melhorias na última década. É necessária uma pesquisa sobre as causas dessas melhorias para entender as implicações para a futura demanda por cuidados médicos.
Freedman et al. (Quarta-feira) estudaram essa questão.
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