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Este relato dos mecanismos da esclerodermia destaca as alterações genéticas e moleculares que causam as alterações vasculares e a fibrose na doença. O papel dos autoanticorpos, dos quais existem vários na esclerodermia, não está claro. Os autores esboçam um processo em etapas que começa com a inflamação, atinge seu auge na fibrose e termina em atrofia.
Gabrielli et al. (Wed,) estudaram essa questão.
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