, onde telas mosaico baseadas em Flippase recognition target (FRT)/Flippase (FLP) identificaram os suprimidores tumorais Warts, Salvador, Hippo e Mats, que juntos constituem uma cascata de quinases conservada. Análises bioquímicas complementares revelaram que esse módulo central suprime o crescimento excessivo do tecido por meio da fosforilação e inibição do coativador transcricional Yorkie, que se associa ao fator de transcrição da família do domínio de associação melhorado transcricional (TEAD) Scalloped para controlar a expressão dos genes-alvo. Trabalhos subsequentes descobriram vários reguladores upstream, incluindo Expanded, Merlin, Fat, Kibra, Crumbs, Pez, Tao-1 e o complexo STRIPAK, além de entradas fisiológicas variando de polaridade celular e adesão célula-célula a sinais mecânicos, destacando o papel da via na integração da arquitetura do tecido com o crescimento. A conservação da via Hippo em mamíferos, culminando no complexo transcricional Yes-associated protein (YAP)/coativador transcricional com motivo de ligação a PDZ (TAZ)-TEAD, estabeleceu sua importância evolutiva e relevância biomédica, particularmente na biologia do câncer e medicina regenerativa. Esta revisão traça os marcos históricos que definiram a via Hippo, destacando a sinergia de estratégias genéticas e bioquímicas que transformaram um supressor tumoral órfão em um paradigma de controle de crescimento, e delineando os principais desafios para pesquisas futuras.
Zheng et al. (Terça,) estudaram essa questão.
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