A anemia é um problema significativo de saúde global, particularmente entre mulheres grávidas, e é definida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como níveis de hemoglobina (Hb) abaixo de 12,0 g/dL em mulheres não grávidas e abaixo de 13,0 g/dL em homens. Durante a gravidez, mudanças fisiológicas—incluindo um aumento de 20–30% no volume sangüíneo—elevam a demanda por ferro e outros nutrientes necessários para a produção de hemoglobina. A hemoglobina, a proteína transportadora de oxigênio nas células vermelhas do sangue, é essencial para atender às necessidades metabólicas tanto da mãe quanto do feto em desenvolvimento. De acordo com a OMS e os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), a anemia na gravidez é identificada quando Hb cai abaixo de 11 g/dL, com ligeiras variações por trimestre. A deficiência de ferro permanece a principal causa de anemia materna, contribuindo para resultados adversos como nascimento prematuro, baixo peso ao nascer e morbidade materna. Esta revisão sistemática examina os determinantes da anemia durante a gravidez, incluindo deficiências nutricionais, fatores socioeconômicos, doenças infecciosas e acesso ao cuidado pré-natal. Compreender esses fatores de risco é crítico para o desenvolvimento de estratégias de prevenção e gestão eficazes, melhorando assim os resultados de saúde materna e fetal.
Wijaya et al. (Ter,) estudaram esta questão.