Key points are not available for this paper at this time.
A descoberta de arqueias oxidantes de amônia (AOA), agora reconhecidas como as responsáveis pelo controle primário da oxidação da amônia em habitats terrestres, marinhos e geotérmicos, exige uma reavaliação do ciclo do nitrogênio. Em particular, a afinidade incomumente alta de AOA marinhas e terrestres pela amônia indica que este grupo pode determinar o estado de oxidação do nitrogênio disponível para a microbiota e macrobiota associadas, alterando nossa compreensão atual das interações tróficas. Estudos iniciais de genômica comparativa e fisiológicos revelaram uma nova via, ainda não resolvida, principalmente baseada em cobre, para a oxidação e respiração de amônia, distinta da de bactérias oxidantes de amônia conhecidas e possivelmente relevante para a produção de óxidos de nitrogênio ativamente atmosféricos. Estudos comparativos também fornecem evidências convincentes de que a linhagem de Arqueias com a qual as AOA se afilam é suficientemente divergente para justificar a criação de um novo filo, o Thaumarchaeota.
Stahl et al. (Qui,) estudaram essa questão.