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OBJETIVO: Examinar associações entre problemas de sono durante o desenvolvimento e dificuldades emocionais e comportamentais subsequentes. DESENHO: Estudo longitudinal prospectivo. LOCAL: A província holandesa de Zuid-Holland. PARTICIPANTES: No tempo 1 da coleta de dados, uma amostra representativa de 2076 crianças com idades entre 4 e 16 anos participou do estudo. MEDIDAS DE RESULTADO: Os pais avaliaram o sono de seus filhos (4-19 anos) em 5 avaliações, completando a Child Behavior Checklist. Os participantes relataram seus próprios sintomas emocionais e comportamentais em uma avaliação posterior (quando estavam com 18-32 anos) completando o Young Adult Self-Report. RESULTADOS: Após o ajuste para sexo, idade, status socioeconômico e pontuações avaliadas pelos pais durante o desenvolvimento para a dificuldade que estava sendo prevista, ter qualquer relato parental de dormir menos do que os outros foi um indicador de risco de altas pontuações na escala Ansioso/Deprimido (razão de chances, 1.43; intervalo de confiança de 95%, 1.07-1.90; P = .01) e na escala de Comportamento Agressivo (razão de chances, 1.51; intervalo de confiança de 95%, 1.13-2.02; P = .005). Houve algum apoio (embora menos robusto) para ligações entre outras dificuldades de sono relatadas e problemas posteriores. Relatórios parentais de dormir mais do que os outros e pesadelos não estavam associados a dificuldades posteriores. CONCLUSÕES: Médicos devem perguntar sobre problemas de sono durante o desenvolvimento da criança e devem estar cientes de que alguns, mas talvez não outros, possam constituir indicadores de risco de dificuldades posteriores.
Gregory et al. (Ter,) estudaram esta questão.