O aumento global da infertilidade levou a uma maior utilização de métodos de reprodução assistida e aplicativos de saúde móvel (mHealth) para monitoramento da fertilidade de forma autônoma. No entanto, muitas ferramentas digitais consideram de maneira insuficiente a complexidade dos tratamentos de fertilidade, que muitas vezes são imprevisíveis, emocionalmente desgastantes e não lineares. Esta dissertação investiga, por meio de métodos de design centrado no usuário (UCD), as necessidades e experiências individuais de mulheres com procedimentos de reprodução assistida, visando apoiar o desenvolvimento de aplicativos mHealth específicos para mulheres, que sejam construtivos, responsáveis e centrados nas mulheres. Este trabalho adota uma abordagem qualitativa em três fases. As duas primeiras combinam uma revisão de literatura, incluindo a investigação de aplicações digitais existentes,
Caroline Altrichter (Sun,) studied this question.
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