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OBJETIVO: Alcançar consenso entre especialistas dos países nórdicos sobre o estado atual do tratamento de testículos não descendidos. MÉTODOS: Um grupo de especialistas em fisiologia testicular, cirurgia/urologia pediátrica, endocrinologia, andrologia, patologia e anestesiologia de todos os países nórdicos se reuniu por dois dias. Antes da reunião, revisões da literatura foram preparadas pelos participantes. RECOMENDAÇÕES: O grupo chegou às seguintes conclusões unânimes: (1) Em geral, o tratamento hormonal não é recomendado, considerando os pobres resultados imediatos e os possíveis efeitos adversos a longo prazo na espermatogênese. Assim, a cirurgia deve ser preferida. (2) A orquidopexia deve ser realizada entre 6 e 12 meses de idade, ou ao diagnóstico, se ocorrer mais tarde. (3) A orquidopexia antes de um ano de idade deve ser realizada somente em centros com cirurgiões/urologistas pediátricos e anestesiologistas pediátricos. (4) Se um testículo for encontrado como não descendido em qualquer idade após 6 meses, o paciente deve ser encaminhado para cirurgia -- para cirurgiões/urologistas pediátricos em vez de cirurgiões/urologistas gerais se o menino tiver menos de um ano de idade ou se ele tiver testículos bilaterais ou não palpáveis, ou se ele apresentar recaída de criptorquidia.
Ritzén et al. (Mon,) estudaram essa questão.
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