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Técnicas meta-analíticas foram utilizadas para investigar a relação entre auto-relatos da intensidade da dor e observações diretas do comportamento da dor. A estimativa do tamanho do efeito geral de 29 estudos e 85 tamanhos de efeito revelou uma associação moderadamente positiva, z=0.26. A alta variabilidade entre os estudos permitiu uma análise moderadora de efeitos aleatórios que determinou que a cronicidade da dor, o momento da avaliação da dor, o uso de medidas globais do comportamento da dor e o local da dor moderam significativamente a relação entre auto-relatos da intensidade da dor e observações diretas do comportamento da dor. Esses achados indicam que auto-relatos da intensidade da dor e observações diretas do comportamento da dor estão mais provavelmente relacionados de forma significativa quando o indivíduo estudado tem dor aguda (z=0.35), quando os dados de auto-relato da intensidade da dor são coletados logo após a observação do comportamento da dor (z=0.40), quando medidas compostas globais são usadas para quantificar o comportamento da dor (z=0.37), e quando a pessoa observada sofre de dor lombar crônica (z=0.30). Outros fatores não considerados moderadores significativos incluem: extensão do treinamento do observador, relevância da tarefa que induz a dor e medida de observação do comportamento da dor utilizada. As implicações dos achados para a avaliação da dor são discutidas.
Labus et al. (Sáb,) estudaram esta questão.