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OBJETIVOS: Este estudo utilizou uma pesquisa postal para avaliar o uso atual de exames de imagem do intestino delgado para a doença de Crohn na prática radiológica do National Health Service (NHS) e para avaliar os padrões de encaminhamento gastroenterológico. MÉTODOS: Questionários semelhantes foram enviados por correio a departamentos de radiologia (n = 240) e gastroenterologia (n = 254) identificados pelas bases de dados do Royal College of Radiologists e da British Society of Gastroenterologists. Os questionários indagavam sobre o uso de exames de imagem do intestino delgado na avaliação da doença de Crohn. Em particular, os questionários descreviam cenários clínicos que incluíam primeiro diagnóstico, estadiamento da doença e avaliação de suspeita de complicações extraluminais, obstrução e exacerbação da doença. Os dados foram estratificados de acordo com a idade do paciente. RESULTADOS: 63 (27%) departamentos de radiologia (20 em hospitais universitários e 43 em district general hospitals (DGHs)) e 73 (29%) departamentos de gastroenterologia responderam. Esses departamentos estavam distribuídos em 119 instituições. Dos 63 departamentos de radiologia, 55 (90%) realizavam rotineiramente trânsito intestinal baritado (BaFT), 50 (80%) TC, 29 (46%) ultrassonografia do intestino delgado (SbUS) e 24 (38%) ressonância magnética do intestino delgado. O BaFT foi o exame mais comumente utilizado em todas as faixas etárias e indicações. A SbUS foi mais utilizada em pacientes com menos de 40 anos de idade e com baixo índice de suspeita clínica de doença de Crohn (em 44% dos departamentos de radiologia (28/63)). A ressonância magnética foi mais frequentemente utilizada em pacientes com menos de 20 anos de idade para o estadiamento de doença recém-diagnosticada (em 27% dos departamentos de radiologia (17/63)) ou naqueles com suspeita de obstrução (em 29% dos departamentos de radiologia (18/63)). A TC foi preferida em casos de suspeita de complicações extraluminais ou de obstrução (em 73% (46/63) e 46% (29/63) dos departamentos de radiologia, respectivamente). Os encaminhamentos gastroenterológicos concordaram amplamente com as modalidades de imagem escolhidas pelos radiologistas, embora os gastroenterologistas fossem menos propensos a solicitar SbUS e ressonância magnética. CONCLUSÃO: O BaFT continua sendo o principal exame para a doença de Crohn luminal do intestino delgado, com a TC predominando para a suspeita de complicações extraluminais. Houve apenas uma disseminação moderada do uso de ressonância magnética e SbUS.
Hafeez et al. (Mon,) estudaram essa questão.
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