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e estudos com pequenos animais, o progresso para a realização dos objetivos clínicos e comerciais tem sido lento e muitos argumentariam que os objetivos finais, especialmente no tratamento daquelas condições que, até o momento, não possuem terapias convencionais aceitáveis, podem nunca ser alcançados devido a uma lógica científica falha. Em outras palavras, a engenharia de tecidos sustentável pode não ser alcançável com as abordagens atuais. Um dos principais fatores aqui é a escolha do biomaterial que, através de seu uso como um "escafandro", deve guiar o processo de regeneração. Durante muitos anos, as especificações eficazes para esses biomateriais não foram bem articuladas, e os requisitos para biodegradabilidade e aprovação prévia pelo FDA para uso em dispositivos médicos dominaram os processos de seleção de materiais. Este ensaio argumenta que essas considerações não são apenas erradas em princípio, mas contraproducentes na prática. Materiais, como muitos polímeros sintéticos bioabsorvíveis, que são projetados para não ter atividade biológica que possa estimular as células-alvo a expressar tecido novo e apropriado, não serão eficazes. Aqui se argumenta que um 'escafandro' tradicional representa a abordagem errada, e que modelos de engenharia de tecidos projetados para replicar o nicho ou microambiente dessas células-alvo têm muito mais chances de sucesso.
David F. Williams (sex) estudou essa questão.
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