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FUNDAMENTOS: A restenose ocorre após 30% a 50% dos procedimentos coronários transcateter; no entanto, a história natural e a fisiopatologia da restenose ainda não são completamente compreendidas. MÉTODOS E RESULTADOS: Imagens de ultrassom intravascular em série (pós-intervenção e acompanhamento) foram utilizadas para estudar 212 lesões coronárias nativas em 209 pacientes após angioplastia coronária transluminal percutânea, aterectomia coronária direcional, aterectomia rotacional ou angioplastia a laser excimer. A membrana elástica externa (EEM) e as áreas de corte transversal do lúmen (CSA) foram medidas; a CSA de placa mais média (P+M) foi calculada como EEM menos CSA do lúmen. O corte anatômico selecionado para análise em série teve uma localização axial dentro da lesão-alvo na menor CSA do lúmen de acompanhamento. No acompanhamento, 73% da diminuição no lúmen (de 6.6+/-2.5 para 4.0+/-3.7 mm2, P<.0001) foi devido a uma diminuição na EEM (de 20.1+/-6.4 para 18.2+/-6.4 mm2, P<.0001); 27% foi devido a um aumento em P+M (de 13.5+/-5.5 para 14.2+/-5.4 mm2, P<.0001). A CSA do lúmen delta correlacionou-se mais fortemente com a CSA da EEM delta (r=.751, P<.0001) do que com a CSA de P+M delta (r=.284, P<.0001). A EEM delta foi bidirecional; 47 lesões (22%) mostraram um aumento na EEM. Apesar de um maior aumento em P+M (1.5+/-2.5 versus 0.5+/-2.0 mm2, P=.0009), lesões que exibiram um aumento na EEM tiveram (1) nenhuma alteração no lúmen (-0.1+/-3.3 versus 3.6+/-2.3 mm2, P<.0001), (2) uma taxa de restenose reduzida (26% versus 62%, P<.0001), e (3) uma frequência de ganho tardio no lúmen de 49% (versus 1%, P<.0001) em comparação com lesões sem aumento na EEM. CONCLUSÕES: A restenose parece ser determinada principalmente pela direção e magnitude da remodelação da parede do vaso (delta EEM). Um aumento na EEM é adaptativo, enquanto uma diminuição na EEM contribui para a restenose.
Mintz et al. (Mon,) estudaram essa questão.
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