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Aqui desenvolvo um modelo com múltiplas cadeias alimentares de fitoplâncton-zooplâncton, onde cada cadeia alimentar é baseada em uma classe de tamanho diferente de algas. Os parâmetros do modelo foram escolhidos para permitir que cadeias alimentares baseadas em classes de tamanho de alga menores dominem em condições oligotróficas, com classes de tamanho maiores sendo adicionadas sequencialmente com o aumento da carga de nutrientes. O modelo utiliza relações alométricas entre classes de tamanho para minimizar o número de parâmetros livres, facilitando a exploração numérica de seu comportamento em estado estacionário. O modelo é simples, mas complexo o suficiente para permitir a limitação simultânea de predadores das classes de tamanho das algas (ou espécies) e a limitação de nutrientes da biomassa total de fitoplâncton. Esta perspectiva, que não pode ser obtida a partir de modelos com classes de tamanho de fitoplâncton e zooplâncton únicas, é aplicada ao caso particular de níveis elevados de nitratos no Pacífico equatorial. O modelo mostra claramente que é possível que cada classe de tamanho de fitoplâncton seja limitada por seus herbívoros, ao mesmo tempo em que a deficiência de micronutrientes (notavelmente ferro) pode limitar o número de classes de tamanho que podem existir na comunidade e, consequentemente, a biomassa total de fitoplâncton que pode ser suportada.
Robert A. Armstrong (Sun,) estudou essa questão.