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Uma teoria da ruptura e envelhecimento por deformação do ferro, baseada na separação de átomos de carbono para formar atmosferas em torno de deslocações, é desenvolvida. A forma de uma atmosfera é discutida e a força necessária para liberar uma deslocação de sua atmosfera é estimada de forma aproximada e considerada razoável. A dependência da temperatura do ponto de ruptura é explicada sob a suposição de que flutuações térmicas permitem que pequenos laços de deslocação se desprendam; esses laços, subsequentemente, se estendem e fazem com que a ruptura se desenvolva de forma catastrófica, ajudando outras deslocações a se desprenderem. A forma prevista da relação entre o ponto de ruptura e a temperatura concorda estreitamente com a experiência.
Cottrell et al. (Sat,) estudaram esta questão.