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Um passo crucial para entender as camadas limite turbulentas compressíveis é relacionar os perfis médios compressíveis com seus equivalentes incompressíveis. O trabalho seminal de Van Driest se baseou na remapeação do perfil de velocidade média, que funcionou apenas para condições de parede adiabáticas. Uma transformação melhorada para fluxos internos por Trettel e Larsson seguiu em 2016. A transformação apresentada aqui baseia-se na remapeação tanto da coordenada espacial normal à parede quanto do perfil de velocidade, alcançando excelente universalidade para fluxos internos e de camada limite em uma ampla gama de parâmetros de fluxo.
Volpiani et al. (Qua,) estudaram essa questão.