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As células T CD8(+) infiltrantes de tumor estão fortemente associadas à sobrevivência do paciente em uma ampla variedade de cânceres humanos. Sabe-se menos sobre as células B CD20(+) infiltrantes de tumor, que frequentemente colocalizam com as células T, formando às vezes estruturas linfoides organizadas. Em autoimunidade e transplante de órgãos, células T e células B colaboram para gerar respostas imunológicas potentes e implacáveis que podem resultar em extensos danos teciduais e rejeição de órgãos. Nesses contextos, as células B aumentam as respostas das células T produzindo Abs, citocinas estimulantes e quimiocinas, servindo como APCs locais e organizando a formação de estruturas linfoides terciárias que sustentam a imunidade a longo prazo. Assim, as células B são um componente importante dos circuitos imunológicos associados à destruição tecidual persistente e desenfreada. O envolvimento de células B reativas a tumores pode ser uma condição importante para gerar respostas potentes e duradouras de células T contra o câncer.
Brad H. Nelson (Qua,) estudou essa questão.