Key points are not available for this paper at this time.
OBJETIVOS: Comparamos os riscos de lesões ciclistas de 14 tipos de rotas e outras características da infraestrutura de rotas. MÉTODOS: Recrutamos 690 residentes da cidade que se feriram enquanto pedalavam em Toronto ou Vancouver, Canadá. Um desenho de caso-cross comparou a infraestrutura da rota em cada local de lesão com a de um local de controle selecionado aleatoriamente da mesma viagem. RESULTADOS: Dos 14 tipos de rotas, as ciclovias apresentaram o menor risco (razão de chances ajustada OR = 0,11; intervalo de confiança de 95% CI = 0,02, 0,54), cerca de um nono do risco da referência: ruas principais com carros estacionados e sem infraestrutura para bicicletas. Os riscos em ruas principais foram menores sem carros estacionados (OR ajustada = 0,63; CI de 95% = 0,41, 0,96) e com faixas para bicicletas (OR ajustada = 0,54; CI de 95% = 0,29, 1,01). As ruas locais também apresentaram riscos menores (OR ajustada = 0,51; CI de 95% = 0,31, 0,84). Outras características da infraestrutura estavam associadas a riscos aumentados: trilhos de bonde ou trem (OR ajustada = 3,0; CI de 95% = 1,8, 5,1), inclinações em descida (OR ajustada = 2,3; CI de 95% = 1,7, 3,1) e construção (OR ajustada = 1,9; CI de 95% = 1,3, 2,9). CONCLUSÕES: Os menores riscos em ruas tranquilas e com infraestrutura específica para bicicletas ao longo de ruas movimentadas apoiam a abordagem de design de rotas usada em muitos países do norte da Europa. A infraestrutura de transporte com riscos mais baixos de lesões ciclistas merece apoio da saúde pública para reduzir lesões e promover o ciclismo.
Teschke et al. (Sex,) estudaram essa questão.